Controvérsias em oncologia gastrointestinal: uso de imunoterapia para tumores do aparelho digestivo

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Neste vídeo, os médicos oncologistas clínicos, Dr. Tiago Biachi do hospital Sírio Libanês de São Paulo e o Dr. Allan Pereira do hospital Sírio Libanês de Brasília, discutem sobre o uso de imunoterapia em pacientes com tumores gastrointestinais

Os especialistas discutem sobre a aprovação de imunoterapia em primeira linha para tumores de esôfago e estomago, utilizando como base os estudos clínicos Checkmate 649 e KEYNOTE-590. A principal questão abordada é se este tipo de terapia pode ser usada para todos os pacientes portadores dos tumores gastrointestinais ou não.   

No contexto dos tumores gastrointestinais, há alguns biomarcadores que são avaliados como forma de predição da resposta do paciente à imunoterapia. Em especial, a análise do PD-L1 tanto nas células tumorais quanto no microambiente (CPS – combined positive score) se mostrou melhor preditor de resposta do que a análise da sua expressão apenas nas células tumorais como em outros tumores.  Apesar disso, os inibidores de PD-L1 (pembrolizumabe/nivolumabe) foram aprovados globalmente para pacientes com tumores gastrointestinais, e os especialistas discutem se seu uso deveria ser direcionado para grupos específicos de pacientes, principalmente aqueles que têm alta expressão de PD-L1. 

Confira a análise completa dos especialistas no vídeo:

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