iPARP para câncer de mama – onde estamos e o que esperamos?

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A Dra. Débora Gagliato, Oncologista clínica da BP, em sua aula apresentada no Breast Cancer Review 2019, falou sobre os inibidores de PARP no tratamento de pacientes com mutações nos genes BRCA1 e BRCA2.

Os inibidores de PARP estão aprovados no Brasil para pacientes com câncer de mama avançado com mutações germinativas em BRCA. A aprovação foi feita com base no estudo OLYMPIAD, que demonstrou ganho em sobrevida livre de progressão e um aumento na taxa de resposta para pacientes tratadas com inibidores de PARP em comparação com quimioterapias não baseadas em platina.

Esta classe de drogas também tem vantagens em qualidade de vida, permitindo às pacientes levar uma vida relativamente normal em comparação a modalidades mais tóxicas de tratamento como a quimioterapia, conforme evidenciado por estudos posteriores. A Dra. Gagliato comentou, em sua aula, uma série de estudos que acrescentaram mais informação a respeito dos inibidores de PARP, explorando perguntas como a eficácia de associação dos iPARP a quimioterapia, uso como terapia de manutenção e a combinação com imunoterápicos.

Esta última associação é uma das questões mais promissoras exploradas nestes estudos mais recentes, com respostas mais conclusivas acerca do ganho trazido pelo uso de inibidores de PARP em conjunto com imunoterápicos.

O Breast Cancer Review ocorre no dia 23 de novembro, no Hotel Four Seasons São Paulo, e é organizado pela Oncologia Brasil com apoio da AstraZeneca, Lilly e GeneOne. Confira a cobertura e acesse as aulas.

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