Neste vídeo, o Dr. Fernando Barroso médico hematologista, Presidente da Sociedade Brasileira de Terapia Celular e Transplante de Medula Óssea (SBTMO), professor e chefe do Serviço de Hematologia e Transplante de Medula Óssea do Hospital Universitário Walter Cantídio (HUWC) da UFC. e o Dr. Jayr Schimidt médico hematologista e Transplante de Medula Óssea e Head – Departamento de Hematologia – A.C.Camargo Cancer Center, comentam sobre os highlights da 51ª edição do European Society for Blood and Marrow Transplantation (EBMT).
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Entre os dias 30 de março e 2 de abril aconteceu em Florença (ITA) a 51ª edição do European Society for Blood and Marrow Transplantation (EBMT) que reuniu especialistas de todo o mundo para abordar as inovações no transplante de células-tronco hematopoéticas (TCTH), além dos avanços em terapia celular e genética.
Neste vídeo, o Dr. Fernando Barroso e Dr. Jayr Schimidt comentam os principais destaques e atualizações apresentadas durante o evento. O Dr. Fernando inicia com a abordagem da relevância do estudo ROCKstar, estudo pivotal de belumosudil publicado em 2021 que demonstrou a eficácia do belumosudil com cerca de 75% dos pacientes respondendo ao tratamento e apresentando boa tolerância ao medicamento. Além disso, o especialista também ressalta que um dos principais diferenciais do belumosudil é sua ação tanto na inflamação quanto na fibrose, um fator essencial no tratamento da doença do enxerto contra hospedeiro. Barroso também pontuou que aproximadamente 70% dos doentes necessitam de terapias de segunda linha e cerca de 50% evoluem para terapias de terceira linha, reforçando a importância de opções eficazes em diferentes estágios da doença.
Nesse contexto, o Dr. Jayr destacou os principais achados do estudo ROCKreal, um estudo que avaliou dados de vida real e gerou importantes descobertas sobre a aplicação do belumosudil em um cenário clínico mais realista. Embora não seja um estudo de fase 3, o ROCKreal apresentou uma análise retrospectiva de pacientes que já haviam sido tratados com outras terapias. Os resultados indicaram que, mesmo com uma amostra menor, o belumosudil demonstrou uma taxa de resposta superior à melhor terapia disponível, além de um ganho significativo na sobrevida livre de falha terapêutica após um ano.
Ainda, o Dr. Jayr Schimidt também destacou o perfil de segurança favorável do belumosudil. Além disso também ressaltou a importância da prescrição precoce, mencionando casos de acometimento pulmonar, onde as terapias tradicionais têm eficácia limitada. Ambos os especialistas destacaram o uso precoce do belumosudil para melhores desfechos na doença do enxerto, oferecendo nova esperança aos pacientes.
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