Neoadjuvância não promove ganho em sobrevida em câncer de colo de útero

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A Dra. Andreia Mello, oncologista clínica e membro do EVA – Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos, comenta os resultados do estudo EORTC 55994, que comparou neoadjuvância com quimioterapia baseada em cisplatina (seguida de histerectomia) ao tratamento padrão com quimiorradioterapia definitiva, para pacientes com câncer de colo de útero, estádios IB2-IIB. Os resultados, que não evidenciaram ganho em sobrevida com o tratamento experimental, foram apresentados no ASCO 2019, evento que ocorre em Chicago (EUA), de 31 de maio a 04 de junho.

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