Neste vídeo, o Dr. Fernando Barroso médico hematologista, Presidente da Sociedade Brasileira de Terapia Celular e Transplante de Medula Óssea (SBTMO), professor e chefe do Serviço de Hematologia e Transplante de Medula Óssea do Hospital Universitário Walter Cantídio (HUWC) da UFC. e o Dr. Jayr Schmidt médico hematologista e Transplante de Medula Óssea e Head – Departamento de Hematologia – A.C.Camargo Cancer Center, comentam sobre os principais highlights da 51ª edição do European Society for Blood and Marrow Transplantation (EBMT).
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De 30 de março a 2 de abril, Florença, Itália, sedia a 51ª edição do congresso, reunindo especialistas globais para discutir os avanços no transplante de células-tronco hematopoéticas (TCTH) e na terapia celular e genética. Para apresentar os principais highlights e atualizações, contamos com a participação dos Drs. Fernando Barroso e Jayr Schmidt.
Um tema bastante relevante trazido pelo Dr. Jayr Schmidt e que foi apresentado durante o congresso foi a doença do enxerto contra o hospedeiro (DECH), abordando desde sua fisiopatologia até as novas estratégias de prevenção e tratamento. O Dr. Jayr comentou aspectos fisiopatológicos envolvendo as vias Th1, Th2 e Th17, e ativação macrofágica que agora estão sendo alvos para novos agentes e desenvolvimento de novos medicamentos, aprimorando o tratamento dessa complicação desafiadora no transplante alogênico. Ele também destacou o uso crescente da ciclofosfamida pós-transplante como parte das estratégias de profilaxia da DECH, consolidando-a como uma abordagem eficaz para reduzir o risco dessa doença.
O Dr. Fernando Barroso comentou sobre o estudo apresentado pelo grupo City of Hope que analisou pacientes com mielofibrose que estavam em tratamento com ruxolitinibe, e continuaram o uso do medicamento após o transplante alogênico, incorporando-o como parte da profilaxia da doença do enxerto contra o hospedeiro (DECH). Esses dados sugerem um potencial benefício no manejo da DECH em que o diagnóstico precoce é essencial para intervenções eficazes, já que a forma crônica severa tem menos benefícios no tratamento, Dr. Fernando comentou sobre o estudo Smile da Universidade de Freiburg foca na melhoria da qualidade de vida dos pacientes, monitorando e aprimorando o cuidado. Além disso, a utilização de inteligência artificial e machine learning tem se mostrado fundamental no diagnóstico e acompanhamento, possibilitando uma interação mais eficiente com os pacientes, mesmo à distância, e contribuindo para um manejo aprimorado da DECH.
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